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Coletiva Terreira


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Descrição curta

Ajuntamento de artistas pretes do Cariri atuantes em múltiplas linguagens artísticas e áreas técnicas, articulando as tecnologias de criação em campo expandido, evocando as formas de produção de saberes de base ancestral, cotidianos e acadêmicos, construindo um movimento de aquilombamento que perspectiva pensar as artes em cruzamentos numa evocação exusiática de nossas práticas.
Nos aquilombamos para acionar e friccionar os saberes e fazeres da cultura africana e afro-brasileira no território do Cariri cearense. Nossa aposta é afirmar práticas e pensamentos artísticos que cruzem nossas vivências negras em nossas criações e articular ações artístico-político-sociais evidenciando nossas presenças nos mais diferentes espaços artísticos e culturais.

Descrição

Ajuntamento de artistas pretes do Cariri atuantes em múltiplas linguagens artísticas e áreas técnicas, articulando as tecnologias de criação em campo expandido, evocando as formas de produção de saberes de base ancestral, cotidianos e acadêmicos, construindo um movimento de aquilombamento que perspectiva pensar as artes em cruzamentos numa evocação exusiáticas de nossas práticas, acionar flechas criando táticas em voos, desabituando as corpas dos regimes impostos a produção de cultura e arte, como um rio que malandramente ocupa espaços.

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Publicado por

Edceu Barboza

Multiartista. Atua no Grupo Ninho de Teatro, na Coletiva Terreira, e no LAB Cênico Cariri. Doutorando em Artes da Cena pelo Programa de Pós-graduação Profissional em Artes da Cena – PROA / Escola Superior de Artes Célia Helena – ESCH e Escola Itaú Cultural. Mestre em Artes Cênicas, PPGArC-UFRN (2020). Graduado em História (2009) e Teatro (2016), URCA. Pesquisador das artes da cena e suas relações com as práticas e saberes das tradições populares. Atua nos espetáculos Dos Fardos à Cura, Aracati, CORpoFÉsta, Preta Bigode Bar, Avental todo sujo de ovo, Fractais, Ytá, Cabras, Poeira, Em Casa de Ferreiro o Espeto é de Ferro. Participou dos longas: Paloma (Dir. Marcelo Gomes), Fractais (Dir. Mauro César), e dos curtas Amor em Cores (Cinthia Maria), Vagalumes em Potes de Vidro (Dir. Ailton Jesus), Vale dos Dinossauros (Dir. Ithalo Rodrigues).

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